Mostrar mensagens com a etiqueta Foto reportagem. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Foto reportagem. Mostrar todas as mensagens
terça-feira, 21 de outubro de 2014
domingo, 8 de janeiro de 2012
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Casa das Histórias
foto de João Vasco
Janeiro é mês de visitar a Casa das Histórias de Paula Rego, em Cascais. Na imagem um pormenor do "oratório" - trabalho da artista (até 5 de Fevereiro).
Apareçam com a família.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Vermelho - Em cena no Teatro Aberto
Fotos de João Vasco
“O pintor Mark Rothko contrata Ken, um jovem assistente para o ajudar na execução de uma encomenda de alto valor e prestígio: criar uma série de murais para o luxuoso restaurante Four Seasons no edifício Seagram em Nova Iorque.” Um peça de John Logan que é uma reflexão sobre o trabalho e o papel esperado do artista. Encenação de João Lourenço, com António Fonseca e João e Vicente. Na sala vermelha do Teatro Aberto de 4ª a Sábado, em Lisboa.
domingo, 4 de dezembro de 2011
Quem tem medo de Virgínia Woolf?
Virgílio Castelo e Maria João Luís
Sandra Faleiro e Romeu Costa
(Fotos de João Vasco)
Está em cena no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, a peça Quem tem medo de Virgínia Woolf? De Edward Albee, encenada por Ana Luísa Guimarães e interpretada por Maria João Luís, Romeu Costa; Sandra Faleiro e Virgílio Castelo.
Segundo o autor é a peça que melhor se identifica consigo e que também podia ter o título “quem tem medo do lobo mau?”. A ação passa-se numa sala de estar onde, ainda segundo o dramaturgo “(…) numa noite de revelações, de jogos perigosos e de mútuas agressões “o inferno pode ser uma sala-de-estar confortável de um casal insatisfeito”.
De 4ª a domingo até 29 de janeir.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Infância perdida
Foto de João Vasco
1º Prémio do concurso Transversalidades
Categoria: Modos de vida e condições Sociais
Promotora: Centro de Estudos Ibéricos
domingo, 6 de novembro de 2011
3º Festival de Marionetas de Sintra
Fotos de João Vasco
Começou ontem, sábado, dia 5 de Novembro, com o espectáculo do francês Eric de Sarria "A Taste of Millefeuille", o 3º Festival Internacional de Marionetas de Sintra, que decorre em diversos lugares do concelho até ao próximo dia 20 de Novembro e que conta com delegações da Bélgica, Brasil, França, Reino Unido e Portugal, tendo como companhia organizadora o grupo de Sintra Chão de Oliva. Aqui ficam algumas imagens do espectáculo de abertura
Apareçam!
Fotos de João Vasco
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
PCP é a primeira força política que sai à rua
Fotos de João Vasco
Ontem, dia 18 de Fevereiro, o PCP foi a primeira força política que, de forma autónoma, em Portugal, saiu à rua para combater a atual política financeira do presente governo. O Partido Comunista Português desceu a rua Garrett, rua do Carmo, Rossio em direcção à rua Rua Augusta convidando todos e todas à resistência ativa.
Num mundo desenvolvido, na Europa, em Portugal, a defesa dos justos direitos adquiridos nas áreas da saúde, segurança social, nas escolas e na cultura espera por nós. É bom não perdermos por falta de comparência.
domingo, 14 de agosto de 2011
Dulce Pontes no Festival da Sardinha em Portimão
(Foto de João Vasco)
Primeiro as tendinhas com os produtos regionais e de artesanato, depois, ao jantar chegam as sardinhas em vários stands disponíveis e, pontualmente, às 22h 30’, no palco do recinto, surge Dulce Pontes perante um mar de gente para assistir ao espetáculo de abertura do Festival de Sardinha de Portimão. Foram 11 dias de festival por onde passaram, num programa variado, para além da Dulce Pontes, Charanga Habanera, Per7ume, Virgem Suta, Áurea, Quadrilha, Amor Electro, Mickael Carreira, Susana Félix, OqueStrada e, a encerrar, os Trovante.
Natural do Montijo onde nasceu no ano de 1969, Dulce Pontes começou por aprender a tocar piano no Conservatório de Lisboa, estudou Dança Contemporânea entre o 7 e os 17 anos de idade, mas inicia a sua atividade artítica na comédia musical e em 1990 é convidada a integrar o espectáculo "Licença para jogar" no Casino Estoril. Em 1991 vence o Festival RTP da Canção tendo ido representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, onde cantou "Lusitana Paixão". Alcança o oitavo lugar entre 22 países participantes, uma das melhores prestações de Portugal no Euro festival.
No início da década de 90 grava Lusitana, um disco composto com canções essencialmente pop. Mas em 1993, com o tema lágrimas que se percebe em simultâneo que Dulce é por um lado também uma excelente fadista e, por outro, que percorre um caminho próprio dentro do Fado e que não se limita a este. Quem não se recorda, na sua voz, de temas como Lágrimas, Povo Que Lavas No Rio, Canção do Mar, Mãe preta ou Gaivota?
Ao longo da sua carreira Dulce Pontas cruza-se e grava com outros grandes nomes como O Primeiro Canto (com Maria João), grava O mar e tu, com Andrea Bocelli,, canta, em 2007 sob a batuta de Ennio Morricone, sem esquecer o momento em que, com José Carreras, protagonizou a abertura oficial da eleição das Novas 7 Maravilhas do Mundo com o tema "One World" (Todos somos um) de sua autoria, para a maior emissão televisiva da história.
Ao longo da sua carreira Dulce Pontes atuou com vários artistas internacionais, como Cesária Évora, Caetano Veloso, Marisa Monte, Carlos Núñez, a banda celta The Chieftains, Cesária Èvora, George Delaras e o artista basco Kepa Junkera.
A qualidade do trabalho de Dulce Pontes, muito solicitada fora do país, justificaria uma maior atenção e solicitação da parte das produtoras de espetáculos em Portugal.
Para ouvir basta clicar aqui.
Trabalho feito para a edição de Setembro do Ensino Magazine.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
A Cacatua Verde
Fotos de João Vasco
No Teatro Nacional D. Maria II, de 17 de Fevereiro a 27 de Março. Texto de Arthur Schnitzler e encenação de Luís Miguel Cintra.
Tudo acontece em Paris, na noite de 13 para 14 de Julho de 1789, em plena Revolução Francesa, na véspera da tomada da prisão da Bastilha. A peça passa-se numa taberna (a Cacatua Verde) onde uma companhia finge que não faz teatro, criando a ilusão de um sítio de gente de mau porte, frequentado pela nobreza, que assim se sente em segurança para ver/sentir o contato do povo. Na noite da revolução tudo se confunde o teatro e a realidade e...
Uma produção do Teatro da Cornucópia.
Tudo acontece em Paris, na noite de 13 para 14 de Julho de 1789, em plena Revolução Francesa, na véspera da tomada da prisão da Bastilha. A peça passa-se numa taberna (a Cacatua Verde) onde uma companhia finge que não faz teatro, criando a ilusão de um sítio de gente de mau porte, frequentado pela nobreza, que assim se sente em segurança para ver/sentir o contato do povo. Na noite da revolução tudo se confunde o teatro e a realidade e...
Uma produção do Teatro da Cornucópia.
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















































