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terça-feira, 21 de outubro de 2014
domingo, 14 de agosto de 2011
Dulce Pontes no Festival da Sardinha em Portimão
(Foto de João Vasco)
Primeiro as tendinhas com os produtos regionais e de artesanato, depois, ao jantar chegam as sardinhas em vários stands disponíveis e, pontualmente, às 22h 30’, no palco do recinto, surge Dulce Pontes perante um mar de gente para assistir ao espetáculo de abertura do Festival de Sardinha de Portimão. Foram 11 dias de festival por onde passaram, num programa variado, para além da Dulce Pontes, Charanga Habanera, Per7ume, Virgem Suta, Áurea, Quadrilha, Amor Electro, Mickael Carreira, Susana Félix, OqueStrada e, a encerrar, os Trovante.
Natural do Montijo onde nasceu no ano de 1969, Dulce Pontes começou por aprender a tocar piano no Conservatório de Lisboa, estudou Dança Contemporânea entre o 7 e os 17 anos de idade, mas inicia a sua atividade artítica na comédia musical e em 1990 é convidada a integrar o espectáculo "Licença para jogar" no Casino Estoril. Em 1991 vence o Festival RTP da Canção tendo ido representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, onde cantou "Lusitana Paixão". Alcança o oitavo lugar entre 22 países participantes, uma das melhores prestações de Portugal no Euro festival.
No início da década de 90 grava Lusitana, um disco composto com canções essencialmente pop. Mas em 1993, com o tema lágrimas que se percebe em simultâneo que Dulce é por um lado também uma excelente fadista e, por outro, que percorre um caminho próprio dentro do Fado e que não se limita a este. Quem não se recorda, na sua voz, de temas como Lágrimas, Povo Que Lavas No Rio, Canção do Mar, Mãe preta ou Gaivota?
Ao longo da sua carreira Dulce Pontas cruza-se e grava com outros grandes nomes como O Primeiro Canto (com Maria João), grava O mar e tu, com Andrea Bocelli,, canta, em 2007 sob a batuta de Ennio Morricone, sem esquecer o momento em que, com José Carreras, protagonizou a abertura oficial da eleição das Novas 7 Maravilhas do Mundo com o tema "One World" (Todos somos um) de sua autoria, para a maior emissão televisiva da história.
Ao longo da sua carreira Dulce Pontes atuou com vários artistas internacionais, como Cesária Évora, Caetano Veloso, Marisa Monte, Carlos Núñez, a banda celta The Chieftains, Cesária Èvora, George Delaras e o artista basco Kepa Junkera.
A qualidade do trabalho de Dulce Pontes, muito solicitada fora do país, justificaria uma maior atenção e solicitação da parte das produtoras de espetáculos em Portugal.
Para ouvir basta clicar aqui.
Trabalho feito para a edição de Setembro do Ensino Magazine.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Aurea
Foto de João Vasco
Depois do single de estreia Busy (For me) Aurea, invadiu as rádios nacionais e é já uma referência da música portuguesa.
Aurea, que chegou a pensar seguir a carreira de atriz, tem influências diversas como Aretha Franklin, Joss Stone ou Amy Winehouse, entre outras. Em Fevereiro passou pela FNAC para promover o seu primeiro CD, o homónio Aurea.
Podem ver e ouvir aqui
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Recordar Luiz Góes
Nasceu em 1933 em Coimbra, cidade onde se licenciou em medicina no ano de 1948. É uma das vozes mais emblemáticas de sempre da Canção de Coimbra e vem do tempo dos discos de 78 rotações por minuto. Foi colega de José Afonso e de António Portugal no liceu D. João III, de Coimbra e contemporâneo de Edmundo Bettencourt, Antônio Menano, Lucas Junot, Paradela de Oliveira, Almeida d'Eça e Artur Paredes.
Do tempo do disco gravado em espiras que rodavam 78 rotações por minuto até aos dias de hoje, Luiz Góes é, sem dúvida, um dos mais representativos intérpretes da canção de Coimbra.
Com Carlos Carranca, celebrando o 25 de Abril, num espectáculo da Associação 25 de Abril
Fotos de João Vasco
HOMEM SÓ, MEU IRMÃO
Tu, a quem a vida pouco deu
que deste o nada que foi teu em gestos desmedidos.
Tu, a quem ninguém estendeu a mão
e mendigas o pão dos teus sentidos
Homem só, meu irmão.
Tu que andas em busca da verdade
e só encontras falsidade em cada sentimento
Inventa, inventa amigo uma canção
que dure para além deste momento
Homem só, meu irmão.
Tu, que nesta vida te perdeste
e nunca a mitos te vendeste,
dura solidão!
Faz dessa solidão teu chão sagrado,
agarra bem teu leme ou teu arado,
Homem só, meu irmão.
Letra de Luiz Goes
Música de Luiz Goes
Canta Luiz Goes
Tu, a quem a vida pouco deu
que deste o nada que foi teu em gestos desmedidos.
Tu, a quem ninguém estendeu a mão
e mendigas o pão dos teus sentidos
Homem só, meu irmão.
Tu que andas em busca da verdade
e só encontras falsidade em cada sentimento
Inventa, inventa amigo uma canção
que dure para além deste momento
Homem só, meu irmão.
Tu, que nesta vida te perdeste
e nunca a mitos te vendeste,
dura solidão!
Faz dessa solidão teu chão sagrado,
agarra bem teu leme ou teu arado,
Homem só, meu irmão.
Letra de Luiz Goes
Música de Luiz Goes
Canta Luiz Goes
Para ouvir Luiz Góes em É preciso Acreditar clique aqui
sexta-feira, 2 de abril de 2010
A fadista Maria Mendes
Maria Mendes divulga e dinamiza com eficácia e simpatia noites de fado no Centro Cultural Malaposta. Mais fotos clicar aqui.
A fadista nasceu perto da Covilhã, em Unhais da Serra, mas foi por terras de França que iniciou a sua carreira onde gravou Maria Mendes Aconteceu (1986). Regressa a Portugal pela mão de Eduardo Damas para actuar no Casino Estoril.
Hoje, com 7 CD gravados, a cantora editou em 2006 Maria Mendes Recordando Hermínia Silva para, já em 2009, voltar a estúdio para editar Cantigas de Portugal.
Podemos ouvi-la todas as noites de 2ª a 6ª no Pátio de Alfama, em Lisboa, para além de ser uma das responsáveis pela programação do fado no Centro Cultural Malaposta, onde também canta com uma enorme boa disposição contagiante.
Fotos de João Vasco
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
A fadista Kátia Guerreiro celebra 10 anos de carreira em Berlim
A fadista Katia Guerreiro completa 10 anos de carreira participando hoje, em Berlim, no ciclo de concertos “Alla Turca - Huzun e Melancolia - Canções de Portugal e da Anatolia”, iniciativa da Orquestra Filarmónica de Berlim destinada a promover o diálogo intercultural.
Fotos de João Vasco
sábado, 9 de janeiro de 2010
Um copo de Sol aquece Oeiras
Pedro Moutinho aquece Oeiras com Um Copo de Sol
A noite fria da passada sexta feira aqueceu em Oeiras quando Pedro Moutinho subiu ao palco do Auditório Eunice Muñoz, completamente cheio e, com o seu reportório, onde se destaca entre outros fados como Um copo de Sol, Sem sentido ou Lisboa tu és assim, entusiasmou completamente todos os que ali se deslocaram.
Fotos de João Vasco
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