sexta-feira, 24 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Recordar Luiz Góes

Nasceu em 1933 em Coimbra, cidade onde se licenciou em medicina no ano de 1948. É uma das vozes mais emblemáticas de sempre da Canção de Coimbra e vem do tempo dos discos de 78 rotações por minuto. Foi colega de José Afonso e de António Portugal no liceu D. João III, de Coimbra e contemporâneo de Edmundo Bettencourt, Antônio Menano, Lucas Junot, Paradela de Oliveira, Almeida d'Eça e Artur Paredes.
Do tempo do disco gravado em espiras que rodavam 78 rotações por minuto até aos dias de hoje, Luiz Góes é, sem dúvida, um dos mais representativos intérpretes da canção de Coimbra.
Com Carlos Carranca, celebrando o 25 de Abril, num espectáculo da Associação 25 de Abril

 Fotos de João Vasco

HOMEM SÓ, MEU IRMÃO

Tu, a quem a vida pouco deu
que deste o nada que foi teu em gestos desmedidos.
Tu, a quem ninguém estendeu a mão
e mendigas o pão dos teus sentidos
Homem só, meu irmão.
Tu que andas em busca da verdade
e só encontras falsidade em cada sentimento
Inventa, inventa amigo uma canção
que dure para além deste momento
Homem só, meu irmão.
Tu, que nesta vida te perdeste
e nunca a mitos te vendeste,
dura solidão!
Faz dessa solidão teu chão sagrado,
agarra bem teu leme ou teu arado,
Homem só, meu irmão.

Letra de Luiz Goes
Música de Luiz Goes
Canta Luiz Goes

Para ouvir Luiz Góes em É preciso Acreditar clique aqui

sábado, 18 de setembro de 2010

Afinal os marcianos existem e têm carros

 Foto de João Vasco
Afinal os marcianos existem e os seus carros também são verdes (embora um pouco antiquados). Andavam para os lados de Leiria.
Com esta imagem crio, a partir de hoje, a colecção fotos imprevistas. Mais fotos e com maior dimensão clicar aqui .

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Hoje é um dia perfeito, mas espera um bocado que já vem aí um gajo e lixa-te

 Fotos de João Vasco

Depois das férias, agora que regressamos ao trabalho, acontece / vai acontecer a tod@s; tímid@s, segur@s, deprimid@s, segur@s, etc.... e, por isso, vale a perna entender e passar pela Sala de Estúdio Mário Viegas.

Hamlet da Silva
de Miguel Morillo

Hoje é um dia perfeito, mas espera um bocado que já vem aí um gajo e lixa-te." Este ditado popular castelhano resume a comédia do autor madrileno Miguel Morillo. São quatro histórias de quatro pessoas comuns, carregadas de humor e ironia, que insinuam a impossibilidade de comunicação e a solidão a que se está sujeito. Quatro indivíduos lixam a vida uns dos outros. O espectador acaba por rever-se nas peripécias montadas, ao mesmo tempo que participa na comédia e ajuda a desvendar o final

Interpretação: Alexandra Sargento, Augusto Portela, Hugo Sovelas, Patrícia Bull
Encenação: Eduardo Condorcet

Local: Teatro-Estúdio Mário Viegas (em Lisboa, junto ao Largo Camões)
Em cena de 2010-09-15 a 2010-10-27
Horário: Quartas às 22h

A não perder!

sábado, 10 de julho de 2010

Ana Laíns na Feira do Artesanato do Estoril

Durante os meses de Julho e Agosto decorre mais uma Feira de Artesanato do Estoril onde o artesanato, gastronomia, folclore ou as noites de fado são presença constante. Ontem actuou a fadista Ana Laíns que apresentou o seu último trabalho "Quatro Caminhos".
Conhecer Ana Laíns aqui
Programa da Feira em Julho e Agosto aqui.
Fotos de João Vasco

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Papagaios invadem Alcochete

Decorreu, no passado fim-de-semana, em Alcochete o 9º FIPA, Festival Internacional de Papagaios (de papel) de Alcochete. Para breve fotos sobre os papagaios.
 Fotos de João Vasco

domingo, 4 de julho de 2010

Um Festival Sem Custos Para o Utilizador

Sete Sóis Sete Luas

Mercedes Peón

O concelho de Oeiras, na Fábrica da Pólvora, em Barcarena, é novamente um dos palcos (até ao próximo dia 3 de Setembro, todas as sextas-feiras, às 22h) do Festival da XVIII edição da Festival Sete Sóis Sete Luas. Passámos por lá no dia 2 de Julho quando actuava Mercedes Péon.

A cantora, nascida na Corunha, é uma das artistas representativas da nova geração da música galega cujo exemplo poderão escutar num vídeo clicando aqui .

Na próxima 6ª feira será a vez do italiano Eugenio Bennato em representação da música do sul do seu país.




Fernando Abreu




Fotos de João Vasco

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Quem está do outro lado?

Um tripé com uma máquina fotográfica, temporizada, em cima. Enviaram-me esta foto para recordar um bom momento promovido pelo MEF. Também lá estou. Onde?

Um abraço a todos.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Exposição Colectiva: Periferias

Está a decorrer em Lisboa, até 4 de Julho, no edifício da Faculdade de Letras no Campo Grande nº 185, uma exposição de fotografia, com 19 trabalhos de outros tantos autores. Lá estou com o meu trabalho sobre o não lugar, ititulado 38.75548 Norte / 9.28661 Oeste.

Apareçam!!


João Vasco

domingo, 2 de maio de 2010

Maio: Mês do Direito ao Emprego


No Ano Europeu do Combate à Pobreza e à Exclusão Social, Maio é o mês do Direito ao trabalho digno.

Por todo o lado se discute uma falsa questão: como criar mais emprego?

Sabemos que o desenvolvimento tecnológico vai dispensar, cada vez mais, o trabalho e que as novas profissões serão intensivas em novas tecnologias e não em mão-de-obra (felizmente). A questão a discutir é que novo paradigma para o emprego?

As empresas, na ânsia de serem mais competitivas (isto é, de roubarem mercados às outras) tendem a exigir menos trabalhadores, mais tempo de trabalho por cada colaborador, salários competitivos (baixos).

Outra hipótese, só possível com um novo modelo de consumo e de ocupação do tempo, é como distribuir o trabalho necessário (e apenas este) por todos? Só assim poderemos alcançar o trabalho digno, ainda que com menos horas, ainda que com salários mais baixos, mas com uma sociedade que não precisa do consumo supérfluo para sobreviver.
Foto de João Vasco

domingo, 11 de abril de 2010

A Tasca do Chico

No Bairro Alto, desde 1994, está a Tasca do Chico e em Alfama está a Tasca do Chico II, ambas criadas por Francisco Gonçalves, antigo trabalhador da Adega Mesquita. Trata-se de um lugar por onde passa o Fado Vadio, todos podem ser convidados a cantar e, muitas vezes é por ali que muitos fadistas acabam a noite depois dos seus espectáculos terminarem.

Se gosta de fado tem de passar por lá, se não gosta, vá na mesma, talvez passe a gostar.
Foto de João Vasco

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Uma das maiores invenções de sempre

A Roda

Inventada, a partir de troncos de árvores há mais de 5 500 anos na antiga Mesopotâmia, a  RODA veio para ficar e mudar o mundo.

Foto de João Vasco

sexta-feira, 2 de abril de 2010

A fadista Maria Mendes


Maria Mendes divulga e dinamiza com eficácia e simpatia noites de fado no Centro Cultural Malaposta. Mais fotos clicar aqui.

A fadista nasceu perto da Covilhã, em Unhais da Serra, mas foi por terras de França que iniciou a sua carreira onde gravou Maria Mendes Aconteceu (1986). Regressa a Portugal pela mão de Eduardo Damas para actuar no Casino Estoril.

Hoje, com 7 CD gravados, a cantora editou em 2006 Maria Mendes Recordando Hermínia Silva para, já em 2009, voltar a estúdio para editar Cantigas de Portugal.

Podemos ouvi-la todas as noites de 2ª a 6ª no Pátio de Alfama, em Lisboa, para além de ser uma das responsáveis pela programação do fado no Centro Cultural Malaposta, onde também canta com uma enorme boa disposição contagiante.
Fotos de João Vasco

Projecto 2010

Abril é o mês dos jovens e das jovens nas celebrações do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social! Clicar aqui
Foto de João Vasco

sábado, 27 de março de 2010

Fomos à Ópera

Sobre a Carmen de Bizet

Para ver as fotos clique aqui

O Teatro Nacional de Ópera da República da Moldávia trouxe até ao auditório Jorge Sampaio, em Sintra, no passadi dia 19 de Março de 2010, a ópera Carmen, da autoria do compositor francês George Bizet (1838-1875). “Carmen”, celebra e eterniza o amor e o desamor, a paixão e a morte, numa relação fatídica entre Carmen e Jóse. Carmen é uma mulher humilde, operária de uma tabaqueira que se apaixona por um sargento do exército, José, que de início, não lhe corresponde no amor. Contudo, no final José cede aos seus encantos. Mas com o passar do tempo, os papéis invertem-se, e é Carmen quem renega José. Ela apaixona-se, por um triunfante toureiro, Escamillo. José, enfurecido de ciúmes, mata Carmen, arrependendo-se de imediato.