terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Cacatua Verde












Fotos de João Vasco

No Teatro Nacional D. Maria II, de 17 de Fevereiro a 27 de Março. Texto de Arthur Schnitzler e encenação de Luís Miguel Cintra.
Tudo acontece em Paris, na noite de 13 para 14 de Julho de 1789, em plena Revolução Francesa, na véspera da tomada da prisão da Bastilha. A peça passa-se numa taberna (a Cacatua Verde) onde uma companhia finge que não faz teatro, criando a ilusão de um sítio de gente de mau porte, frequentado pela nobreza, que assim se sente em segurança para ver/sentir o contato do povo. Na noite da revolução tudo se confunde o teatro e a realidade e...
Uma produção do Teatro da Cornucópia.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Eunice Muñoz regressa a Cascais


Eunice Munõz com Lídia Munõz, sua neta 


... com Pedro Caeiro



Pedro Caeiro e Ana Paulla


Fotos de João Vasco


Eunice Muñoz regressou este mês ao Teatro Experimental de Cascais, no ano em que este faz 45 anos de existência, com a peça "O Comboio da Madrugada", de Tennessee Williams, encenada por Carlos Avillez e nunca antes apresentada em Portugal.
Eunice Muñoz que pisou o palco do TEC pela primeira vez em 1967 para interpretar Fedra, de Jean Racine, ao lado de nomes como Amélia Rey Colaço, António Marques, Maria do Céu Guerra ou João Vasco, está agora ao lado da sua neta Lídia Muñoz (20 anos), Pedro Caeiro e Ana Paulla, entre outros.

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Os meus netos


Fotos de João Vasco

Voltam a passar por aqui. É sempre um orgulho e julgo que percebem.

Tereza Salgueiro

 Fotos de João Vasco
Tereza Salgueiro actuou nos dias 5 e 6 de Fevereiro, no Museu do Oriente, em Lisboa, com os olhos postos no próximo CD de originais, em que se estreará como letrista. 

No auditório do Museu do Oriente, em Alcântara-Mar, Tereza Salgueiro apresentou o espetáculo «Voltarei à Minha Terra». A ex- Madredeus far-se-á acompanhar pelo novo grupo que integra, nomeadamente Carisa Marcelino no acordeão, André Santo na guitarra clássica, Óscar Torres no contrabaixo e Rui Lobato na percussão. 

«O título do espetáculo, que já apresentei noutros palcos portugueses, no Brasil e na Sérvia, funciona até como uma metáfora na medida em que procuro voltar à busca de uma sonoridade em que haja menos instrumentos e com a qual me identifique, o que aliás marcou o meu início», disse a cantora.

Despedida de Solteiro






Fotos de João Vasco
Tudo acontece numa num quarto escuro de uma obscura pensão. Aquilo que se preparava para ser uma nota diferente para quatro motoristas, que celebravam a despedida de solteiro de um deles, acaba numa descida aos infernos.

Até 26 de Fevereiro na Casa de Teatro de Sintra, esta peça com texto e encenação de Nuno Vicente, interpretada por André Sobral, Filipe Araújo, João Mais, Paulo Martins , Paulo Reis e Ricardo Soares é mais uma produção da companhia Utopia Teatro.

Para ver mais clicar aqui.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

domingo, 30 de janeiro de 2011

O Desporto desconhecido que existe

Arsenal - Despertar 
Infantis - 2ª Divisão da Associação de Andebol de Lisboa
Acontece todos os fins-de-semana e junta inúmeros jovens que sonham em um dia chegar às grandes equipas. No Ano Europeu do Voluntariado, centenas de seccionistas, dirigentes, pais e até alguns técnicos, lutam para que milhares de jovens tenham acesso à prática desportiva em várias modalidades.

Foto de João Vasco




sábado, 15 de janeiro de 2011

Tambores na noite



 Fotos de João Vasco

Tambores na Noite de Brecht, no D. Maria II de 14 a 23 de Janeiro

Da autoria de Bertolt Brecht, "Tambores na Noite" retrata o regresso de um soldado alemão perdido no Norte de África, à sua Alemanha Natal, invadida pela Revolução Esparquista no final da Primeira Guerra Mundial.

Em tempo de crise , como é este que supostamente vivemos, surgem sempre vozes contestárias. E, coincidência ou não, o dramaturgo alemão Brecht, símbolo do teatro épico e estreitamente ligado à ideologia comunista, é escolhido.

No entanto pode dizer-se que quando Brecht escreveu esta peça, em início de carreira, estava necessitado de dinheiro.

Isto para avisar já os mais românticos que a intenção nunca foi tornar esta peça num marco político, o que inevitavelmente acabou por acontecer, mas sim numa história de amor para encher as cadeiras dos teatros.
Afrontando o sentimentalismo, os ideais políticos e as boas intenções filantrópicas, Tambores na Noite exibe, contra o pano de fundo da Revolução Espartaquista na Alemanha do início do século XX, o esplendor de um herói… disfuncional, ou humano, demasiado humano: Andreas Kragler, proletário que, no regresso da frente de combate e do cativeiro em África, hesita entre a rua e a casa, a bandeira e a cama, a revolução e a noiva.

Uma produção do Teatro Nacional São João, do Porto, com encenação de Nuno Carinhas.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

sábado, 8 de janeiro de 2011

A minha turma PIEF num projecto de teatro

Numa peça que associa 2Pac a Mozart

Ouvir 2pac aqui
Ouvir Mozar aqui

Foto de João Vasco

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Olhares

Foto de João Vasco

Agora também estou no Olhares. Basta clicar aqui

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Papagaios à solta chegam aos pares. Parte I


 Festival de Internacional de Papagaios de Alcochete. Parte I
Ver mais aqui
Fotos de João Vasco

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Recordar Luiz Góes

Nasceu em 1933 em Coimbra, cidade onde se licenciou em medicina no ano de 1948. É uma das vozes mais emblemáticas de sempre da Canção de Coimbra e vem do tempo dos discos de 78 rotações por minuto. Foi colega de José Afonso e de António Portugal no liceu D. João III, de Coimbra e contemporâneo de Edmundo Bettencourt, Antônio Menano, Lucas Junot, Paradela de Oliveira, Almeida d'Eça e Artur Paredes.
Do tempo do disco gravado em espiras que rodavam 78 rotações por minuto até aos dias de hoje, Luiz Góes é, sem dúvida, um dos mais representativos intérpretes da canção de Coimbra.
Com Carlos Carranca, celebrando o 25 de Abril, num espectáculo da Associação 25 de Abril

 Fotos de João Vasco

HOMEM SÓ, MEU IRMÃO

Tu, a quem a vida pouco deu
que deste o nada que foi teu em gestos desmedidos.
Tu, a quem ninguém estendeu a mão
e mendigas o pão dos teus sentidos
Homem só, meu irmão.
Tu que andas em busca da verdade
e só encontras falsidade em cada sentimento
Inventa, inventa amigo uma canção
que dure para além deste momento
Homem só, meu irmão.
Tu, que nesta vida te perdeste
e nunca a mitos te vendeste,
dura solidão!
Faz dessa solidão teu chão sagrado,
agarra bem teu leme ou teu arado,
Homem só, meu irmão.

Letra de Luiz Goes
Música de Luiz Goes
Canta Luiz Goes

Para ouvir Luiz Góes em É preciso Acreditar clique aqui

domingo, 19 de setembro de 2010

sábado, 18 de setembro de 2010

Afinal os marcianos existem e têm carros

 Foto de João Vasco
Afinal os marcianos existem e os seus carros também são verdes (embora um pouco antiquados). Andavam para os lados de Leiria.
Com esta imagem crio, a partir de hoje, a colecção fotos imprevistas. Mais fotos e com maior dimensão clicar aqui .